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Quem somos

Somos um coletivo de pesquisadores (as) que, junto com os atores do ecossistema de inovação social de Florianópolis, queremos reforçar dinâmicas de experimentação para a democracia e sustentabilidade.

O Observatório de Inovação Social de Florianópolis (OBISF) foi criado com o objetivo de mapear a rede que compõe o Ecossistema de Inovação Social (EIS) de Florianópolis, incluindo iniciativas de inovação social e seus atores de suporte, buscando compreender sua atuação, suas interações, transações e efeitos coproduzidos em resposta aos problemas públicos da cidade.

O OBISF é uma iniciativa conjunta do Núcleo de Inovações Sociais na Esfera Pública (NISP) e do Grupo de pesquisa Strategos, ambos do Centro de Ciências da Administração e Socieconômica (ESAG), na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). O OBISF é coordenado pela professora Carolina Andion e tem como vice-coordenadora a professora Graziela Alperstedt, sendo composto por uma equipe de outros (as) professores (as), e pesquisadores (as), incluindo alunos (as) de graduação, mestrado e doutorado.

Compreendemos a inovação social como uma intervenção promovida por diferentes coletivos (públicos), mais ou menos formalizados, com vistas a coconstruir respostas para os problemas públicos da cidade. As experiências de inovação social se apresentam, assim, como ações públicas situadas e envolvem a co-construção e o co-domínio de situações problemáticas em diferentes arenas públicas do município, como ilustrado na aba problemas públicos. Nesse sentido, a inovação social é vista como um motor para criação de novos futuros possíveis pelos próprios atores envolvidos com as questões da cidade.

Além de ser um instrumento de produção e difusão de conhecimento científico sobre a inovação social, o OBISF pretende transpor os muros da Universidade, tornando-se um espaço de reforço aos laboratórios vivos de inovação social, proporcionando a troca e o estímulo a coprodução colaborativa de conhecimentos e a pesquisa pública, entre os diferentes atores que compõem o EIS de Florianópolis, sejam eles da sociedade civil, do governo ou do meio empresarial. Busca-se assim aliar diversos saberes, teoria e prática, para entender melhor como as inovações sociais promovidas respondem (ou não) aos vários problemas socioambientais da cidade, reforçando dinâmicas de experimentação para a democracia e para a sustentabilidade.

 

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