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Quem somos

Somos um coletivo de pesquisadores que, junto com os atores do ecossistema de inovação social de Florianópolis, queremos reforçar dinâmicas de experimentação para a democracia e a sustentabilidade.

O Observatório de Inovação Social de Florianópolis (OBISF) foi criado com o objetivo de mapear a rede que compõe o Ecossistema de Inovação Social (EIS) de Florianópolis, incluindo atores de suporte e iniciativas de inovação social, buscando compreender sua atuação, suas interações e efeitos produzidos em resposta aos problemas públicos da cidade.

O OBISF é uma iniciativa conjunta do Núcleo de Inovações Sociais na Esfera Pública (NISP) e do Grupo de pesquisa Strategos do Centro de Ciências da Administração e Socieconômica (ESAG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). A equipe é composta pelas coordenadoras dos dois núcleos e por diversos professores e pesquisadores, incluindo alunos de graduação, mestrado e doutorado.

Compreendemos a inovação social como uma intervenção promovida por diferentes coletivos (públicos), com vistas a construir soluções para os problemas públicos da cidade. As experiências de inovação social se apresentam como ações públicas situadas e envolvem a co-construção e o co-domínio de situações problemáticas em diferentes arenas públicas do município: dos direitos das crianças e adolescente, da agricultura urbana, da educação, entre outras. Nesse sentido, a inovação social é vista como um motor para criação de novos futuros possíveis pelos próprios atores envolvidos com as questões da cidade.

Além de ser um instrumento de produção e difusão de conhecimento científico sobre a inovação social, o OBISF pretende transpor os muros da Universidade, tornando-se um espaço de reforço às experiências e de promoção de diálogo e troca entre os diferentes atores que compõem o EIS de Florianópolis, sejam eles da sociedade civil, do governo ou do meio empresarial. Busca-se assim co-construir conhecimento para entender melhor como as inovações sociais promovidas respondem (ou não) aos vários problemas socioambientais da cidade, reforçando dinâmicas de experimentação para a democracia e para a sustentabilidade.

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